ESCRITÓRIO MODELO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PARTICIPA DAS COMEMORAÇÕES DO DIA DO ÍNDIO NA ALDEIA NHU-PORÃ

Dando continuidade às atividades de extensão junto à comunidade indígena Nhu-Porã, os integrantes do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres participaram da comemoração do Dia do Índio, a convite dos membros da aldeia. A data de 19 de abril, festiva para os povos indígenas, foi comemorada no último sábado para facilitar a recepção de convidados de outras aldeias e outros amigos da comunidade.



Houve apresentação de músicas e danças típicas, aula de tiro com arco-e-flecha, jogo de peteca e outros jogos tradicionais, exposição e venda de artesanato, e um banquete especialmente preparado com elementos da culinária típica, como peixe assado em folha de bananeira, batata doce e mandioca preparados no fogo de chão. Os visitantes foram convidados a se integrarem e aproveitarem plenamente a festa junto com a comunidade. 
























O convite e a participação do EMAU na festa marca o estreitamento de uma relação de amizade e confiança que vem sendo construída nos últimos anos. Os integrantes do Escritório Modelo foram muito bem recebidos e passaram um dia muito agradável na aldeia. A Coordenação do curso agradece à comunidade indígena por acolher nossa equipe de forma tão generosa e permitir o desempenho de nossas atividades extensionistas, contribuindo diretamente na formação de nossos estudantes.   
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ESTUDANTES DE ARQUITETURA E URBANISMO REALIZAM GEORREFERENCIAMENTO DE ALDEIA INDÍGENA, EM CONJUNTO COM ESCRITÓRIO MODELO ULBRA TORRES

Na última quarta-feira, 19 de abril, o curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres realizou atividade de levantamento e georreferenciamento na aldeia indígena Nhu-Porã, em Torres.  A atividade foi organizada pelo Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo ULBRA Torres (EMAU), coordenado pelos professores Efreu Quintana e Marta Volkmer, e realizada pelos alunos da disciplina de Geoprocessamento, ministrada pelo Prof. Leonardo Müller Garateguy.


 O grupo composto por integrantes do EMAU e alunos de Geoprocessamento foi recepcionado pelo Pajé e por integrantes da comunidade.  Durante a visita guiada à aldeia, o grupo percorreu o território indígena, com foco nas edificações existentes. O trajeto incluiu: as casas tradicionais; os espaços do fogo; a Opy, que é uma espécie de templo próprio da cultura Guarani; uma casa que deverá abrigar uma unidade de saúde, cujo projeto de adaptação já foi realizado pelo EMAU; e o edifício da escola, onde ocorre o ensino formal somado às aulas de Guarani. Além disso, foi possível observar a organização espacial da aldeia, com seus núcleos de construções e espaços destinados à agricultura e áreas em que ainda se preserva alguma vegetação nativa, além das plantações de eucalipto, anteriores ao assentamento da comunidade.



O professor Leonardo conduziu a turma de Geoprocessamento na atividade de levantamento e georreferenciamento do território e das edificações. Na aldeia, foram tomadas as coordenadas dos pontos que definem os vértices das principais edificações, as quais serão identificadas na base cartográfica que já vem sendo utilizada em aula, com a delimitação do território e identificação de seus elementos a partir de foto de satélite georreferenciada. O envolvimento dos estudantes e a realização deste mapeamento será de grande valia para o trabalho de extensão que já vem sendo desenvolvido pelo EMAU, pois permitirá a sistematização das informações que vêm sendo colhidas junto à aldeia em uma base cartográfica, fundamental para futuros projetos de manejo da terra, organização territorial e projetos de edificações e espaços abertos.

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ARQUITETURA E URBANISMO ULBRA TORRES REALIZA MOSTRA DE TCCs

A Mostra de TCCs do curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Campus Torres foi inaugurada no dia 28 de março e ocorre ao longo do mês de abril no saguão e corredores do prédio 1. Durante a mostra, são expostos os painéis finais do Trabalho de Conclusão de Curso dos egressos de 2016/2. Participam da exposição todos os TCCs aprovados, dos seguintes autores: Alexia Klein, Artur Flores, Catiele Martins, Claudiane Susin, Ester Rodrigues, Fernanda Kahler, Guilherme Thomé, João Marcelo Bassani, Leonardo Klafke Ribeiro, Mariana Pinho Krausburg, Murilo Almeida, Rodrigo Bauer, Tatiane Sombrio, Vinícius Almeida e Yasmin Souza.



Também integrando as atividades da Mostra de TCCs, as egressas Alexia Klein e Mariana Pinho Krausburg foram convidadas a apresentar seus painéis aos estudantes da turma de TCC I. Além da fala sobre os temas de cada um dos projetos, foram abordadas as soluções utilizadas pelas egressas em resposta às diferentes escalas de representação gráfica.

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Na ocasião, a arquiteta Alexia apresentou o trabalho intitulado “Módulo de Educação Ambiental”, cujo tema trata de módulos itinerantes, com usos distintos, que podem ser combinados a fim de criar estações maiores, de acordo com a demanda local. A implantação desses módulos, na proposta da egressa, ocorreria em praias, praças ou áreas urbanas com grande fluxo de pessoas. O conceito de sustentabilidade permeia toda a proposta, desde a materialidade, que prevê o uso de contêineres descartados, até a mobilidade dos módulos, feita por meio de caminhões com todos os elementos que compõem as unidades sendo transportados no interior dos contêineres. Assim, aplica os princípios de educação ambiental ao próprio módulo, adotando o conceito de itinerância como elemento difusor da proposta educativa.


Em seguida, a arquiteta Mariana apresentou o projeto intitulado “Complexo do Parque Estadual de Itapeva”, que contempla a elaboração de um percurso para o parque localizado na cidade de Torres, além de um Centro de Visitantes e um Centro de Pesquisas. O percurso desenvolve-se por meio de passarelas elevadas, que se inserem de forma sutil na paisagem e, ao longo dele, são implantadas estações de arte, cultura indígena, e flora e fauna local. A abordagem sensível da proposta no que diz respeito ao uso dos materiais e das técnicas construtivas, com edifícios que buscam mimetizar-se na paisagem, obteve grau máximo na banca final de TCC II e recebeu menção honrosa no Prêmio IAB RS José Albano Volkmer, promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento Rio Grande do Sul. 


Além das qualidades técnicas observadas nos dois projetos, ainda podemos destacar a relevância dos temas escolhidos pelas egressas, que buscam aliar arquitetura e consciência ambiental com propostas inovadoras e responsabilidade social. A Coordenação de curso parabeniza os novos arquitetos e urbanistas pelo excelente nível dos trabalhos de conclusão de curso. Agradece, juntamente com os professores da disciplina de TCC I, a disponibilidade das egressas em apresentar e dividir as experiências de seus projetos finais de graduação.
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TURMA DE TÉCNICAS RETROSPECTIVAS FAZ VIAGEM DE ESTUDOS A PORTO ALEGRE


No dia 24 de março de 2017, a turma de Técnicas Retrospectivas do curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres realizou viagem de estudos ao Centro Histórico de Porto Alegre. Organizada pelo Prof. Enilton Braga, responsável pela disciplina, a viagem teve como tema o estudo de intervenções em prédios históricos, alvo do exercício projetual a ser realizado pelos estudantes, bem como as técnicas de conservação e restauro em patrimônio arquitetônico. O grupo contou também com alguns estudantes de Patrimônio Cultural, disciplina teórica que serve de embasamento às intervenções projetuais desta natureza.

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A primeira obra visitada foi o Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. Inaugurado em 2014, o projeto revitaliza oito casas localizadas na Av. Independência, perfazendo um centro cultural com mais de 3.700m². O complexo abriga um teatro para 284 lugares e um museu com acervo de cinco mil objetos, que reúne peças dos séculos XIX e XX, incluindo desde instrumentos médicos, utensílios farmacêuticos e uniformes até móveis, relógios e imagens sacras. Além disso, conta com arquivo histórico cujo importante acervo reúne arquivos dos 210 anos de existência da Santa Casa. De valor histórico incalculável, o acervo arquivístico inclui registros de internações e prontuários médicos desde 1843, registros de óbitos de escravos e de pessoas livres, de pacientes oriundos da Revolução Farroupilha e da Guerra do Paraguai, entre outros.




Em seguida, a turma visitou as instalações do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS), onde foi cordialmente recebida por Carla Batista, Técnica em Assuntos Culturais do Núcleo Educativo do Museu, graduada em História e mestre em Educação. Em sua fala inicial, Carla discorreu sobre a história do museu e abordou importantes temas relativos ao programa de necessidades de um espaço cultural que mantenha um acervo artístico. A historiadora frisou a importância da preservação das obras quanto à incidência solar, além da necessidade constante de condicionamento atmosférico nos ambientes onde estas obras são expostas e armazenadas, para que sejam mantidos os rigorosos padrões museográficos internacionais. Ainda sobre o programa de necessidades, ressaltou a relevância de boas instalações para funcionários, como vestiário e copa para as equipes de limpeza e vigilância, além de um completo hall que gerencie bem o acesso ao prédio, contendo armários para que alunos de eventuais turmas do ensino fundamental e médio guardem suas mochilas. Frisou, ainda, as dimensões das portas para a passagem de obras como estátuas e grandes pinturas e a importância de uma doca para caminhões. Após a conversa, a turma fez uma visita guiada pelas instalações do MARGS, conhecendo espaços restritos ao público, como salas de arquivos, laboratórios de restauro e o cofre, que abriga as mais de quatro mil obras do acervo do museu.

Após a visita ao MARGS, os alunos de Arquitetura e Urbanismo tiveram a oportunidade de visitar outros dois prédios históricos que foram convertidos em instituições direcionadas à cultura: o Memorial do Rio Grande do Sul e o Santander Cultural. Após visitar o conjunto edificado composto pelos três prédios projetados pelo importante arquiteto alemão Theo Wiederspahn, o grupo aproveitou o belo dia para percorrer a histórica Praça da Alfândega, alvo de recente intervenção paisagística. De lá, dirigiram-se, a pé, à Casa de Cultura Mario Quintana, hotel também projetado originalmente pelo arquiteto alemão, e convertido em centro cultural com projeto de intervenção e restauro da década de 90. 


Seguindo a caminhada pelas ruas do Centro Histórico, o grupo chegou à Igreja Nossa Senhora das Dores, para mais uma excelente visita guiada. Os alunos foram recebidos pelo arquiteto e urbanista responsável pelas obras de restauro, Lucas Volpatto e puderam percorrer espaços restritos ao visitante comum. Volpatto explicou as diversas fases de construção da igreja, o que justifica a diversidade de estilos arquitetônicos expressos nas fachadas. O arquiteto explicou em detalhes as técnicas de restauro empregadas em diversos pontos do interior da igreja, propondo o debate sobre conceitos como “falso histórico” ao questionar os alunos se aquele tipo de intervenção seria correto ou não.

Ainda na Igreja das Dores, os alunos da ULBRA Torres tiveram o privilégio de conhecer, em primeira mão, o retábulo restaurado, estrutura da parte posterior do altar, que só seria inaugurado dois dias depois, por ocasião do aniversário da cidade de Porto Alegre. O altar, com entalhes de madeira dourado, tinha sido removido em 1968, na transição de uma ordem religiosa para outra, e ficou guardado por décadas no forro da igreja, sendo redescoberto apenas no início dos anos 2000, durante a última restauração. 


Para coroar a viagem de estudos, os estudantes foram convidados por Volpatto a subir na centenária torre leste da igreja, acessando seu último nível. Do alto da torre, puderam contemplar a magnífica vista panorâmica de Porto Alegre, abarcando parte do centro histórico e também as águas do Guaíba, cartão postal da cidade.
  
A viagem de estudos ao Centro Histórico de Porto Alegre confirmou, mais uma vez, a importância da vivência in loco para os estudantes de Arquitetura e Urbanismo, obtida através das visitas guiadas. Apesar da curta duração, a viagem permitiu aos estudantes a aproximação com objetos arquitetônicos alvo de intervenções projetuais que valorizam, de fato, o patrimônio cultural do nosso estado.

Como lição, ficam a ampliação do conhecimento e a oportunidade de fruição da arquitetura para além dos livros e revistas. A Coordenação do curso agradece aos técnicos responsáveis pelas visitas guiadas, por acolherem o grupo de forma tão receptiva e, especialmente, ao Prof. Enilton Braga, pela iniciativa de organizar a viagem e pela disponibilidade em acompanhar os estudantes numa excelente atividade fora da sala de aula. Desejamos que a experiência sirva para sensibilização dos estudantes acerca da necessidade de valorizar o patrimônio cultural do Litoral Norte do RS, que vem sistematicamente sofrendo com a falta de uma cultura de preservação e requalificação.   


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TCC DA ULBRA TORRES É SELECIONADO PELO ARCHDAILY ENTRE OS MELHORES TCC´S DE ARQUITETURA DO BRASIL E PORTUGAL

Em pleno Dia do Arquiteto e Urbanista, comemorado no dia 15 de dezembro, o curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres obteve uma importante conquista. O TCC de sua egressa Arq. Kamila Carnevalli foi publicado entre “Os melhores trabalhos de conclusão de curso do Brasil e Portugal”, segundo classificação do portal ArchDaily, site de arquitetura mais visitado do mundo.



A proposta de “Revitalização do Cine LUX”, desenvolvida pela egressa no segundo semestre letivo de 2015 sob orientação da Prof. Bianca Breyer Cardoso, figura entre as 21 propostas selecionadas pela equipe de editores do ArchDaily Brasil dentre 274 trabalhos participantes da chamada realizada entre leitores do Brasil e de Portugal. Segundo os organizadores, foram escolhidos os trabalhos julgados “mais bem apresentados, graficamente interessantes e cuja temática abordada pareceu mais oportuna” a um TCC.
   
Dentre os 21 trabalhos selecionados, há três representantes de Portugal e oito de São Paulo, estado que reúne o maior número de arquitetos e escolas de Arquitetura do país. O Rio Grande do Sul aparece como segundo estado brasileiro, com três representantes. Os outros dois gaúchos são oriundos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, fazendo com que a ULBRA figure como única instituição privada do estado.

O projeto consiste na Revitalização do Cine Lux, cinema de rua do município de Nova Prata, que se encontra fechado há mais de quinze anos. Sua edificação, datada de 1958, é um dos poucos exemplares remanescentes da Arquitetura Modernista com características do Art Déco na Serra Gaúcha. Assim, reúne valor arquitetônico, histórico e cultural, também por fazer parte da memória afetiva da população, que há anos reivindica um destino para o edifício abandonado. Simbolicamente, o projeto toma como metáfora o conceito de LUX, que em latim significa luz, claridade, vida, e propõe que o novo centro cultural atue como lanterna a iluminar a cidade de Nova Prata, estimulando vivências calcadas na cultura e na arte.



No parecer da orientadora Bianca Breyer, “o projeto revela um olhar sensível tanto na escolha do tema quanto em sua abordagem, pois além de valorizar o Cine Lux como ícone arquitetônico ao propor o restauro da edificação existente, com preservação das características estéticas e funcionais, mantendo inalterado seu caráter de cinema de rua, propõe a união respeitosa entre o antigo e o novo, potencializando o espaço público do seu entorno ao criar uma praça adjacente”. Tal entendimento se alinha ao destaque dado pelos organizadores aos “trabalhos de escala singela”, como no caso do Cine Lux, reconhecidos pela “sensibilidade na escolha do tema e pela profundidade da pesquisa e/ou detalhamento”. 

As qualidades da proposta vêm recebendo reiterado reconhecimento, trazendo “muitas alegrias”, nas palavras da própria arquiteta Kamila. Além de obter grau máximo nas etapas de TCC I e II, o projeto recebeu menção honrosa no Prêmio IAB RS José Albano Volkmerpromovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil Departamento Rio Grande do Sul. Além disso, concorre com outros 456 trabalhos no 27° Opera Prima - Concurso Nacional de Trabalhos de Graduação em Arquitetura e Urbanismo, cujos resultados devem ser divulgados em fevereiro de 2017.




Tal reconhecimento é motivo de grande satisfação para a Coordenação do curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres. Em seus 18 anos de história, o curso conta com mais de 400 estudantes e se estrutura como principal agente na formação dos arquitetos e urbanistas que atuam no Litoral Norte do RS, abrangendo também o sul de Santa Catarina. Sua missão é formar profissionais capacitados para atuar nas distintas escalas de intervenção urbana e arquitetônica com ética, domínio técnico, habilidade criativa e capacidade crítica, científica b empreendedora.

O curso prima pela qualificação constante, a fim de habilitar o profissional a pensar e desenhar a cidade, a paisagem e os edifícios, visando à melhoria da qualidade de vida em sociedade. Segundo a Coordenadora Thaís Menna Barreto, gestora desde 2012, o destaque recebido pela egressa Kamila é motivo de orgulho para a instituição e serve de estímulo para que o corpo docente siga desenvolvendo um trabalho comprometido com a excelência técnica, alavancando a autoestima profissional de todos os estudantes, ao mostrar que não há limites quando se atua com seriedade e afinco. A Coordenação do curso agradece ao ArchDaily Brasil, por dar visibilidade a um projeto de grande sensibilidade e competência, além de se constituir como importante fonte de pesquisa para discentes e professores. Finalmente, parabeniza a arquiteta e urbanista Kamila Carnevalli pela distinção, desejando muito sucesso, especialmente, nas etapas vindouras da 27ª edição do Concurso Opera Prima.


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ULBRA TORRES PARTICIPA DA 1ª SEMANA DA ARQUITETURA DE ARROIO DO SAL ORGANIZADA POR ARQUITETOS EGRESSOS

Atendendo ao convite dos organizadores da 1ª Semana da Arquitetura de Arroio do Sal, a Coordenadora Thaís Menna Barreto ministrou, na última sexta 9 de dezembro, a palestra de abertura do evento, acompanhada pelos professores Arq. Efreu Quintana e Arq. João Batista Martin. Idealizado por um grupo de arquitetos e urbanistas da região, incluindo egressos do curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Torres, o evento teve por objetivo debater, avaliar cenários e impulsionar a arquitetura e, por consequência, a construção civil à beira mar.


A palestra de abertura propôs uma reflexão sobre a importância do arquiteto e urbanista na sociedade contemporânea, analisando o panorama do exercício profissional no Brasil. Os professores da ULBRA Torres também representavam duas importantes entidades de classe, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo CAU/RS, responsável pela regulamentação profissional, e o Instituto de Arquitetos do Brasil IAB/RS, associação de defesa da profissão. Ao abordar a valorização profissional, focalizaram na necessidade de uma formação ética e comprometida com a qualidade da paisagem urbana, cerne da missão do curso.



A Coordenação parabeniza os organizadores do evento Leandro Machado dos Santos, Tiago Chiesa, Stefan Germann, Rafael Valim, Juarez Fernandes, Camila Tamara Kunst, Clarice Fensterseifer e Vinicius Mateus Vargas, agradecendo-os pelo convite. Eventos desta natureza são primordiais no processo de valorização da profissão. É uma satisfação ver nossos colegas egressos engajados neste processo, de forma empreendedora e reflexiva. A Universidade vê com bons olhos tais iniciativas e torce para que esta seja apenas a primeira de muitas edições da Semana de Arquitetura de Arroio do Sal.


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BOLSISTA DE ARQUITETURA E URBANISMO CONQUISTA PRIMEIRO LUGAR NO SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA ULBRA TORRES

Na última quarta, 30 de novembro, o bolsista Gieltom Luiz Pereira recebeu o Prêmio Destaque do XIV Salão Iniciação Científica ULBRA TORRES, garantindo o primeiro lugar entre os participantes. O trabalho, intitulado "Avaliação da qualidade da paisagem do pedestre no entorno de Pronto Atendimento 24h", utilizou os critérios estabelecidos pelo urbanista dinamarquês Jan Gehl, autor do livro “Cidades Para Pessoas”, e obteve nota 10 dos avaliadores.


O prêmio coroa o projeto de pesquisa que analisa a inserção urbana dos estabelecimentos de saúde do Litoral Norte e vem sendo desenvolvido desde 2015, sob orientação da Prof. Bianca Breyer Cardoso. Em sua primeira fase, o projeto contou com a participação dos bolsistas Guilherme Sparremberger, Júlia Zielke e Wagner Borba na análise dos quatro hospitais gerais do Litoral Norte, confirmando o entendimento do hospital geral como promotor de centralidade cuja presença impacta na estrutura urbana e altera a fisionomia de seu entorno imediato. 


Nesta segunda etapa, foram incorporados outros estabelecimentos da rede de saúde, como postos e unidades de atendimento imediato. Os resultados parciais foram apresentados pelo bolsista Gieltom na EXPOULBRA Torres e pelas bolsistas Bruna Oliveira e Tamara Oliveira na EXPOULBRA Canoas. Para 2017, o projeto prevê a seleção de novos bolsistas, para desenvolver estudo comparativo entre os equipamentos analisados nas duas primeiras fases.




No âmbito do curso de Arquitetura e Urbanismo, o destaque contribui na consolidação da linha de pesquisa “Evolução Urbana do Litoral Norte do RS” do Grupo de Pesquisa “Arquitetura e Urbanismo no Litoral Norte do RS”, criado em 2013. Coordenado por Thaís Menna Barreto e Karla Barros Coelho, o grupo vem atuando em outras linhas, cuja produção também vem sendo divulgada nas mostras científicas da ULBRA, tendo participado da EXPOULBRA Canoas e desta edição da EXPOULBRA Torres.

Na linha de pesquisa “Arquitetura Moderna no Litoral Norte do RS”, o bolsista Wagner Medeiros apresentou o trabalho “Arquitetura Moderna no Litoral Norte do RS: um olhar sobre Torres”, sob orientação dos professores Marcos Bueno e Karla Barros Coelho. Já na linha de “Habitação Popular no Litoral Norte”, foi apresentado o trabalho “Avaliação dos Níveis de Satisfação dos Usuários de Habitações Implantadas em Aldeia Indígena”, produzido pelas bolsistas Tuani Duarte Scheffer e Yasmin De Souza Dias, sob orientação dos professores Efreu Quintana e Marta Volkmer.



Além disso, por ocasião do IV Salão de Extensão, também integrante da mostra EXPOULBRA, foi apresentado o projeto do Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo, pelas bolsistas Ana Carolina Gonzalez e Cássia Andrade, sob a coordenação dos professores Efreu Quintana, Marta Volkmer e Renata Matos.







A Coordenação do curso parabeniza todos os professores e alunos participantes da mostra científica EXPOULBRA Torres 2016, agradecendo-os pela contribuição às nossas linhas de pesquisa e extensão. Especialmente ao bolsista Gieltom Luiz e sua orientadora Prof. Bianca, parabenizamos pelo prêmio destaque de primeiro lugar no XXIV Salão de Iniciação Científica da ULBRA Torres.





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VIAGEM DE ESTUDOS 2016/2: UM NOVO OLHAR SOBRE PORTO ALEGRE

O curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Campus Torres promoveu, entre os dias 18 e 20 de novembro, a já tradicional Viagem de Estudos a Porto Alegre. Tendo sempre o objetivo de ampliar o repertório dos estudantes, as viagens de estudos promovem a sensibilização e desenvolvem seu olhar arquitetônico e urbanístico. A capital do estado reúne um interessante panorama, com obras dos diferentes tempos históricos e, ainda que pareça um destino conhecido, oferece muitas surpresas.



Em sua terceira edição, o roteiro teve enfoque especial para as visitas guiadas, sendo supervisionado pela Coordenadora do curso Thaís Menna Barreto e pelos professores Marcos Bueno e Efreu Quintana. 


No primeiro dia, o grupo, composto por 31 alunos e professores, concentrou as visitas no entorno da Praça da Matriz, centro que abriga as sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além dos “poderes” religioso e cultural, materializados, respectivamente, nos edifícios do Palácio Piratini, da Assembleia Legislativa, do Palácio da Justiça, da Catedral Metropolitana, do Teatro São Pedro e da Biblioteca Pública do Estado. 


As visitas guiadas foram realizadas nos três primeiros e no último, oportunizando acesso a áreas geralmente restritas aos visitantes e a visualização dos setores de apoio logístico, vitais para o funcionamento dos edifícios e de domínio obrigatório para arquitetos. 





Finalizando o dia, o grupo passou pelo Viaduto Otávio Rocha, na Av. Borges de Medeiros, importante obra viária do início do século XX.



No sábado, as professoras Karla Barros Coelho e Renata Matos, acompanhadas da secretária Ana Paula, se juntaram ao grupo. O passeio teve início pelo portão do Cais do Porto, entrada histórica da cidade, marcada pelo eixo da Av. Sepúlveda, através do qual chegaram à Praça da Alfândega. 

Na praça, o grupo fez visitas guiadas ao Santander Cultural e ao Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), tendo acesso ao cofre do acervo que reúne mais de 3600 obras de arte. O grupo seguiu para o almoço no Mercado Público, e pode contemplar o Chalé da Praça XV e o Paço Municipal. 










































Em seguida, percorreu a Rua da Praia, realizando visita guiada à Igreja das Dores, de onde seguiu até a Casa de Cultura Mario Quintana.



No final da tarde, foi realizada visita guiada ao Museu Iberê Camargo, projeto do arquiteto português Álvaro Siza premiado na Bienal de Veneza, e pausa para contemplar o pôr do sol no Guaíba, tradicional cartão postal da cidade. Para coroar o dia, o grupo foi jantar na Cantina Famiglia Facin. A cantina é reconhecida pelo restauro e recuperação da chaminé da antiga Cervejaria Brahma, patrimônio histórico projetado pelo arquiteto Theodor Wiederspahn, assim como o MARGS e a Casa de Cultura Mario Quintana.




A manhã de domingo foi destinada ao passeio pelo Parque Farroupilha, um dos espaços públicos mais emblemáticos da cidade, onde o grupo percorreu o tradicional Brique da Redenção. Ainda no Parque da Redenção, o grupo conheceu o Auditório Araujo Vianna, patrimônio histórico e cultural de Porto Alegre, projetado pelos arquitetos Moacyr Moojen Marques e Carlos Maximiliano Fayet em 1964 e recuperado em 2012.

À tarde, o grupo fez visita guiada ao Instituto Ling. O centro cultural foi projetado pelo arquiteto paulista Isay Weinfeld, e possui em seu programa de necessidades salas de aula, laboratório gastronômico, salão de festas, auditório, loja, café e galeria, se configurando como interessante referência especialmente para os projetos de conclusão de curso com temas análogos.


O roteiro da viagem de estudos se encerrou no principal exemplar da Arquitetura Moderna porto-alegrense, o Hipódromo do Cristal, que infelizmente vem sofrendo profunda deterioração com o passar dos anos. Seu projeto foi alvo de concurso público no ano de 1951 e foi vencido pelo arquiteto uruguaio Román Fresnedo Siri, mesmo autor do projeto da Faculdade de Arquitetura de Montevidéu, recentemente visitada pelo curso. 


A viagem de estudos cumpriu plenamente seus objetivos, sensibilizando os estudantes para a boa arquitetura e a cultura em geral, além de promover a integração entre alunos de diferentes semestres e professores. Mais uma vez, a Viagem a Porto Alegre se consolidou como oportunidade de construir um novo olhar sobre o que se considerava conhecido.





A Coordenação do curso agradece a todos os envolvidos, especialmente aos responsáveis pelas visitas guiadas, pela disponibilidade em nos receber, aos professores participantes e aos estudantes que se engajaram em mais uma experiência intensa e transformadora. Logo logo começam os preparativos para a próxima viagem de estudos. Aguardem a divulgação do novo destino!
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INTERCÂMBIO BRASIL/URUGUAY 3: WORKSHOP ¿ORLA? PROPÕE REFLEXÕES SOBRE AS MARGENS

Coroando as atividades do Intercâmbio Brasil/Uruguay, o curso de Arquitetura e Urbanismo promoveu o “Workshop ¿Orla? - Reflexões sobre as margens”, maratona de projetos realizada entre os dias 26 e 29 de outubro, cujo objetivo geral era fomentar a troca de experiências no campo do ensino, arquitetura, paisagismo e urbanismo entre as universidades ULBRA e UDELAR, além de proporcionar uma experiência rica tanto aos alunos como aos profissionais envolvidos no evento.


 

Ministrado pelos professores uruguaios Arq. Martin Pronczuk e Arq. Santiago Saettone, o Workshop ¿Orla? reuniu 29 estudantes, subdivididos em seis equipes, além dos docentes da própria instituição. O trabalho focou em locais importantes ao longo da orla, vitais para o desenvolvimento do município de Torres, almejando potencializar este desenvolvimento através da análise, diagnóstico e propostas conceituais.


Inicialmente, na tarde do dia 26, o grupo realizou um passeio pela Orla de Torres, com paradas estratégicas nos principais pontos, a começar pelos Molhes e foz do Rio Mampituba, passando pela Prainha, Morro do Farol, Praia da Cal e Parque da Guarita. A visita incluiu a Igreja São Domingos e o entorno da Rua Júlio de Castilhos, até a Lagoa do Violão, pela importância como marco do desenvolvimento urbano da cidade, ainda que deslocado em relação à orla. Durante o percurso, os estudantes foram estimulados a perceber os aspectos sensoriais da paisagem, para além dos visuais, mais comumente observados, englobando todos os cinco sentidos. 


 

Na segunda etapa, realizada no dia 27 nos turnos da tarde e noite, iniciaram as atividades de ateliê. Houve um grande brainstorming de análise e diagnóstico da Orla, durante o qual os grupos se apropriaram das bases gráficas para desenvolvimento das propostas, incluindo mapas e fotos. Ainda neste dia, cada um dos seis grupos iniciou o lançamento das diretrizes conceituais, sob a orientação dos professores uruguaios.


 

O terceiro dia de atividades foi dedicado à elaboração de uma grande maquete, que englobava toda a Orla de Torres. Participantes de todos os grupos se envolveram na construção da maquete, desenvolvendo em paralelo suas propostas, bem como os elementos gráficos de apresentação.




 





















A manhã de sábado foi destinada à finalização das propostas, através da impressão de pequenos livretos, nos quais cada grupo apresentava sua proposta de intervenção. Posteriormente, tais livretos foram fixados à maquete, mapeando os pontos alvo de intervenção ao longo da orla.


 

Finalmente, na tarde de sábado, ocorreu o encerramento do Workshop ¿Orla?, com a apresentação audiovisual das propostas, avaliação e premiação. O Prof. Marcos Bueno, responsável pela organização do workshop juntamente com a Coordenadora do Curso Thaís Menna Barreto e a Prof. Ana Cristina Castagna, conduziu a apresentação. A banca de avaliação foi composta pelos professores do curso Bianca Breyer Cardoso, Efreu Quintana, Karla de Barros Coelho, Marta Volkmer e Renata Matos.

 


As cinco propostas finais apresentaram, segundo a banca, excelente nível conceitual e muita originalidade:

 

A proposta “PROJETO ORLÁ”, dos estudantes Daniel Ghisleri, Francisco Pinto, Gabriel Axmann e Samuel Cardoso, partiu da leitura de que a cidade não se apresenta em toda sua complexidade aos visitantes, criando elementos visuais flutuantes para demarcar os principais pontos, fazendo assim um convite à exploração, estimulando e despertando a CURIOSIDADE de quem chega à orla.



O grupo “NA LINHA DO TEMPO”, composto pelos estudantes Bruna Santos, Carlos Guilherme Kellermann, Carol Alcântara, Guilherme Dreyer, Indaiara Dimer e Ketellini Lipert, focou na VALORIZAÇÃO do patrimônio histórico e na conexão entre a orla e a Lagoa do Violão, através de um eixo que conta a história através do percurso e marca o contraste entre os diferentes tempos da ocupação urbana.   


 

A terceira proposta “COSTURAS URBANAS”, dos estudantes João Elizandro Santos, Wagner Medeiros e Tamara Oliveira, apostou na PERMEABILIDADE e na acessibilidade para transpor as dunas da Praia Grande e conectar à orla ao tecido urbano, propondo a efetiva costura entre as diferentes faixas urbanas orla – calçadão – edificações.




 

A equipe “VISTAS FLUTUANTES”, composta pelos estudantes Bruna Oliveira, Lívia Teixeira, Patrike Godoy, Renata Machado, Stephanie Marquezotti e Yasmin Souza, propôs a ANIMAÇÃO das dunas e novas formas de contemplar a paisagem e conectar usuário e natureza, através da transposição dos obstáculos naturais com elementos construídos que respeitam o que a natureza já consolidou e propõem a interação com as visuais, em alusão à experiência do voo em balões.


 

Finalmente, a proposta “O RIO COMO PRAÇA” sugeriu a INTEGRAÇÃO entre as cidades de Torres e Passo de Torres ao fazer do Rio Mampituba um elemento de conexão, e não mais uma barreira física, ao criar decks e passarelas suspensos que oportunizam novas passagens e áreas de estar sobre o curso do rio.


 

Após a avaliação das propostas, a banca reiterou o excelente nível dos cinco trabalhos apresentados, concedendo Menção Honrosa à Proposta “VISTAS FLUTUANTES”, pela força conceitual da intervenção, que interage de forma respeitosa com a natureza e permite uma apropriação inusitada das dunas, com metáfora sutil, e não literal, ao Festival do Balonismo.

 

A Proposta “O RIO COMO PRAÇA” foi eleita para receber o prêmio, que concede vagas a todos os membros da equipe na próxima Viagem de Estudos do curso. Como justificativa da banca, estão a sensível leitura do lugar, a ousadia do gesto que conecta as duas cidades e, finalmente, a capacidade de atuar nas diferentes escalas do urbano, interferindo na microescala ao ressignificar o espaço público da orla do Rio Mampituba, qualificando o cotidiano dos usuários ao nível do chão, mas também agindo na macroescala ao proporcionar a efetiva integração não apenas entre duas cidades, mas entre dois estados, o que gera impacto na estrutura urbana de ambas, tendo o rio como espaço de continuidade e troca.


Como balanço da experiência oportunizada pelo Workshop ¿Orla?, todos os envolvidos foram unânimes em destacar a importância de pensar a cidade e a paisagem de forma abrangente e sensível, num processo coletivo de imensurável troca e aprendizado. O arquiteto Santiago afirmou que o workshop superou as expectativas, sublinhando a delicada leitura da paisagem realizada por todos os grupos. Já o professor Martín destacou o papel do arquiteto em abarcar as diferentes escalas, tendo capacidade de visualizar o todo, sem esquecer os menores detalhes. Os estudantes ressaltaram o ganho de aprender em grupo, trocar conhecimento e a liberdade de criar, de forma mais leve e informal, explorando todos os sentidos.

 

Enfim, o Workshop ¿Orla? cumpriu seus objetivos iniciais, oferecendo uma experiência rica a todos os envolvidos, que frutificará em novas atividades e na consolidação do laço entre as duas universidades. Além disso, seus resultados ultrapassam os limites do grupo, atingindo de forma abrangente todos os estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA Campus Torres, ao sensibilizar também os docentes para novas metodologias projetuais, a serem exploradas nas diferentes disciplinas da grade curricular.


 


A Coordenação do curso agradece a todos os participantes, especialmente aos professores convidados Martín Pronczuk e Santiago Saettone, pela disponibilidade em permanecer conosco durante uma semana de muito aprendizado e pela generosidade em compartilhar tanto conhecimento, desejamos que esta parceria renda ainda muitos frutos. Aos estudantes que se inscreveram no workshop, lançaram novos olhares para a orla de Torres e colocaram a mão na massa com sensibilidade e engajamento, saibam que a satisfação de vocês garante a energia para continuarmos qualificando o curso. Finalmente, agradecemos ao corpo docente sempre comprometido, especialmente aos professores Marcos Bueno e Ana Cristina Castagna, pelo auxílio e envolvimento na organização, aos professores avaliadores Renata Matos, Marta Volkmer, Efreu Quintana, Karla de Barros Coelho e Bianca Breyer Cardoso, e a todos os demais que deram suas contribuições ao longo de todo processo de organização e realização do Workshop ¿Orla?.      

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